O prazer da música no cérebro

Estudo publicado na Nature Neuroscience revela que ao ouvir música, o cérebro é inundado por dopamina, principal neurotransmissor utilizado pelo sistema mesolímbico, um sistema de reforço e recompensa que está relacionado à geração de prazer e a busca futura por este (será que pode ser a explicação do por quê de uma pessoa escutar muitas vezes uma só música e não enjoar?).

Sendo assim, a música seria um tipo de droga, com grande potencial adictivo.

O experimento mediu, com exames de imagens, os níveis de dopamina em cérebro de voluntários em resposta àquele ‘arrepio’ prazeroso causado pela música. Essa sensação muda a condução elétrica da pele, os batimentos cardíacos e a frequência respiratória, por exemplo.

Mas este estudo só mostrou os efeitos da música agradável aos participantes. Mas, o que acontece quando você escuta uma música ruim? (não vou expor meu conceito de música ruim por respeito a diversidade cultural entre os leitores).

Provavelmente os circuitos do sistema mesolímbico encontra-se quiescentes, com maior atividade de outras estruturas límbicas como córtex pré-frontal, putâmen, e ínsula, o que resulta na expressão do ódio e da repulsa.

@larissaomfaria

Fato ou Ficção:Mitos do cérebro

O cérebro é um dos órgãos mais incríveis do corpo humano, mas é também um dos mais misteriosos. Mesmo com os melhores neurocientistas, psicólogos e psiquiatras estudando o assunto, ainda há muito para se descobrir sobre o cérebro. E o que se sabe pode, vez ou outra, revelar-se falso, pois há muitos mitos sobre este órgão incrível. Você é capaz de separar o fato da ficção? Faça esse teste e descubra.

@giselecgs

Fazendo arte!

Pessoal, quero recomendar este site com imagens da maior coleção do mundo de peças artesanais do SNC anatomicamente corretas!


The Museum of Scientifically Accurate Fabric Brain Art

"The Knitted Brain" - Karen Norberg

Estes artistas, certamente, foram até o tálamo! Muito lindo!

@CartaLu

Para sempre Alice (Lisa Genova)

Sinopse:
Alice sempre foi uma mulher de certezas. Casada e mãe de três filhos já adultos, ela é professora titular em Harvard, uma especialista de renome mundial. Perto de completar 50 anos, Alice começa a esquecer. No início, coisas sem importância, como o lugar em que deixou o celular, até que, um dia, ela se perde a caminho de casa. Um diagnóstico inesperado altera para sempre sua vida e sua maneira de se relacionar com a própria família e o mundo. E, quando não há mais certezas possíveis, só o amor sabe o que é verdade. De alguma forma e apesar de tudo, Alice é para sempre.

Trecho do livro:
“Meus ontens estão desaparecendo e meus amanhãs são incertos. Então, para que eu vivo? Vivo para cada dia. Vivo o presente. Num amanhã próximo. Esquecerei que estive aqui diante de vocês e que fiz este discurso. Mas o simples fato de eu vir a esquecê-lo num amanhã qualquer não significa que hoje eu não tenha vivido cada segundo dele. Esquecerei o hoje, mas isso não significa que o hoje não tem importância.”

Para saber mais do livro e da autora.

Para saber mais sobre a doença de Alzheimer.

Para quem realmente quer se atualizar no assunto.

@larissaomfaria

Mr owl

Vi aqui

@giselecgs

You’ve never seen a brain map like this before…

Fantástico!

@CartaLu

The Grad Student Brain

Sorte do dia: “Libere seu Id.”

Vi aqui

@larissaomfaria

"Um simples cérebro, sendo bem mais longo do que o céu, pode acomodar confortavelmente o intelecto de um homem de bem e o resto do mundo, lado a lado." Emily Dickinson
"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." Nelson Rodrigues
"Cada um pense o quiser e diga o que pensa" Espinosa
"O animal satisfeito dorme" Guimarães Rosa
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