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@giselecgs

Beleza microscrópica: Nikon Small World 2011

A competição Nikon Small World 2011 anunciou nesta terça-feira as imagens vencedoras do concurso.

O concurso premia anualmente “a beleza e a complexidade da vida vista pela luz do microscópio”.

O primeiro lugar foi para a imagem feita por Igor Siwanowicz, do Instituto Max Planck de Neurobiologia, mostrando a larva do inseto Chrysopa foi a vencedora do Nikon Small World 2011.

Outras imagens premiadas mostram a superfície de um microchip, partículas minerais e seres vivos.

Este ano o concurso recebeu imagens de fotógrafos amadores e profissionais, além de cientistas, de várias partes do mundo, inclusive do Brasil. No total foram recebidas imagens de competidores de 70 países.

As imagens vencedoras serão exibidas em calendários e também em uma exposição por vários museus.

Veja as imagens vencedoras e todas as outras que concorreram ao prêmio aqui.

Fonte: BBC Brasil

@larissaomfaria

04 de outubro – Dia Mundial dos Animais

Hoje é comemorado em todo o mundo o Dia dos Animais.

Nestas ultimas semanas, a melhor notícia que poderíamos receber foi a de que legisladores da Catalunha aprovaram no ano passado uma lei que proíbe as touradas em Barcelona, após 180 mil pessoas terem assinado uma petição em 2010 (veja a matéria aqui).

No Brasil os rodeios atraem milhares de espectadores, principalmente porque neles ocorrem apresentações musicais que geralmente estão na moda. Existe inclusive uma petição online (aqui) pelo fim dos rodeios. As câmaras municipais de cidades do estado de SP como Araraquara, Presidente Prudente e Águas de São Pedro já aprovaram a lei que proíbe certas práticas, como a prova do laço, em rodeios. Mas ainda há muito o que se fazer a respeito, mesmo porque muitos desaprovam o fim dos rodeios por ser uma questão cultural.

Outro aspecto que divide opiniões e tem finalidade oposta à dos rodeios, é o uso de animais na pesquisa científica. Neste caso, o animal é o único modelo experimental viável para testar uma hipótese, já que certas pesquisas como a elaboração de medicamentos por exemplo, são proibidas em seres humanos e precisam passar antes por testes em animais, salvo os que estão em risco de extinção. Além disso, a utilização destes modelos é monitorada por comitês de ética específicos para essa finalidade formados em cada instituição de ensino e pesquisa (veja mais sobre o assunto aqui).

E para os leitores que ainda são contra as pesquisas em animais de laboratório, ainda há muito o que se refletir a respeito dos rodeios e outras práticas “culturais”, não é?

@larissaomfaria

Gatos

Do Esperando virar a touca
@giselecgs

Quanto mais, maior: tempo de aleitamento materno influencia o tamanho do cérebro dos filhotes

O motivo de alguns animais, como seres humanos, terem cérebros maiores do que outros há muito tem intrigado os cientistas. Um estudo publicado em março deste ano na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) dá mais suporte à ideia de que o tamanho aumentado do cérebro de mamíferos é determinado pela quantidade de aleitamento materno no início de suas vidas.

“Quanto mais a gravidez e amamentação duram, maior o tamanho médio do cérebro da espécie e maior a expectativa de vida do animal”, dizem os pesquisadores Robert A. Barton e Isabella Capellini da Universidade de Durham, no Reino Unido. “Nós estávamos interessados ​​na ligação entre a energia empenhada na amamentação pela mãe para os filhotes e o desenvolvimento da prole”,

A equipe de Barton queria determinar se a vida mais longa dos animais com cérebros grandes era devido ao aumento da inteligência ou apenas o resultado de sua necessidade de viver mais tempo para se desenvolver adequadamente, ou ainda ambos.

“Essa relação entre tamanho do cérebro e a história de vida parece ser especificamente sobre as limitações de energia da mãe e até que ponto ela pode canalizar essa energia para sua prole”, diz Barton. Embora a correlação entre tamanho do cérebro e do investimento materno é forte, não se exclui completamente o argumento da inteligência.

Big Brains

O estudo analisou o período de gravidez média, duração do aleitamento materno e tamanho do cérebro de 128 espécies de mamíferos. Eles perceberam que o tamanho do cérebro no nascimento entre as diferentes espécies foi determinado pela duração da gestação, enquanto o crescimento do cérebro após o nascimento foi determinado pela duração do aleitamento materno.

Outras teorias tinham especulado que grandes cérebros aumentavam a esperança de vida devido ao crescimento da inteligência que se segue consequentemente. Em vez disso, o estudo mostra que a ligação se situa entre o tempo e a energia investidos por parte da mãe.

Por exemplo, a baleia tem uma das mais longas gestações – de 15 meses – e amamenta os filhotes por mais 18 meses. Seu cérebro pode chegar a mais de 5 litros cúbicos, o equivalente a um mini-barril de cerveja. Esse longo período também significa mais tempo para aprender e brincar.

“A ligação tem tudo a ver com o custo de fazer crescer um cérebro grande, e não tanto com a vantagem de tê-lo”, afirma Barton. “Os chimpanzés e outros grandes macacos têm períodos muito longos de desenvolvimento e cérebro muito grande. Parece ser uma tendência na evolução dos macacos e os seres humanos apenas seguiram a tendência a um grau mais elevado”.

O cérebro humano

O período extremamente longo de gravidez e amamentação em humanos (nove meses e três anos, respectivamente) é necessário para o crescimento e desenvolvimento do nosso cérebro grande, que pode chegar a 1,3 litros – o maior proporcionalmente entre os mamíferos. Por exemplo, o gamo, um mamífero semelhante ao veado de tamanho semelhante aos humanos, tem um período de gestação de sete meses e mama por até seis meses. Seu cérebro mede apenas 220 mililitros. O longo período de tempo que as mães humanas investem em amamentar seus filhos permite que seus cérebros cresçam tanto assim.

“Nós levamos muito tempo para amadurecer, o que parece estar diretamente relacionado com o desenvolvimento maior do cérebro”, nota Barton.

Esses resultados sugerem que a amamentação tem um papel importantíssimo no desenvolvimento do cérebro humanos e sustenta a recomendação da Organização Mundial de Saúde às mães para amamentarem seus filhos até pelo menos os seis meses de idade e continuar o maior tempo possível para até os dois anos.

Fonte: Science Daily

@larissaomfaria

Gatinho e 2 maçãs

Aleatório mesmo,  ♥♥♥♥♥♥ gatos!

@giselecgs

Top 10 novas espécies – 2011

Todo ano a International Institute for Species Exploration  divulga a lista das 10 novas espécies do ano anterior,que são selecionadas por especialistas em taxonomia, confira com detalhes as 10 espécies aqui.

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Ornitorrinco e Equidna: conheça seus cérebros

Os monotremados são mamíferos pertencentes à subclasse Prototheria e à ordem Monotremata. A ordem é dividida em duas famílias, uma à qual pertence o ornitorrinco (Ornithorhynchidae), e outra que inclui as equidnas (Tachyglossidae). Esses animais ocorrem apenas na Oceania (Austrália e Nova Guiné) e são representados só por cinco espécies: o ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) e quatro equidnas (Tachyglossus aculeatus, Zaglossus attenboroughi, Z. bartoni, Z. bruinji).

O local e o período no qual os monotremados surgiram ainda é incerto, mas acredita-se que tenha sido na Austrália, há mais de 180 milhões de anos. O registro mais antigo é o fóssil de um pedaço de maxilar de cerca de 100 milhões de anos, que foi descoberto na Austrália.

Esses mamíferos são muito diferentes, pois, assim como os répteis e as aves, eles colocam ovos. Além disso, possuem focinhos ou bicos altamente especializados e, quando adultos, não possuem dentes. No entanto, eles possuem características típicas de mamíferos, como a presença de pêlos e de glândulas mamárias.

O nome Monotremata vem da palavra grega monotreme, que significa “abertura única”. Este nome foi escolhido porque, nesses animais, os sistemas digestivo, urinário e reprodutivo compartilham uma única abertura, a cloaca.

Embora os monotremados sejam ovíparos, o ovo, diferentemente das aves e dos répteis, permanece um longo período dentro do corpo da fêmea, da qual recebe nutrientes. Após o nascimento, há um longo período de cuidado parental.

Os mamilos não são bem definidos e o leite produzido pelas glândulas mamárias é expelido através de pequenas aberturas na pele da região ventral da fêmea.

Ornitorrinco

Os ornitorrincos vivem em ambientes semi-aquáticos de água doce. Podem ser facilmente reconhecidos pelo bico parecido ao de um pato, as patas em forma de pás e a larga cauda.

Esses animais possuem um sistema eletrorreceptor, ou seja, um mecanismo de percepção sensorial capaz de captar ondas eletromagnéticas do ambiente, similar ao encontrado em algumas espécies de peixes. Nas patas traseiras dos machos existem esporões venenosos. Os ornitorrincos pesam de 0,5 a 2,0 quilos e podem atingir até meio metro de comprimento.

Eles passam grande parte da vida dentro da água, saindo apenas para cavar os ninhos e colocar os ovos. São capazes de ficar até cinco minutos submersos e enquanto estão mergulhando seus olhos e ouvidos permanecem fechados. Com os bicos, os ornitorrincos reviram a lama no fundo dos rios, em busca de alimento. Entre suas presas preferidas estão pequenos peixes, girinos e crustáceos.


Ornitorrinco e seu cérebro


Equidna

As equidnas possuem a região dorsal recoberta por pêlos marrons e espinhos duros e compridos, geralmente de coloração amarelada. Na verdade, o que chamamos de espinhos nas equidnas são pêlos modificados e endurecidos. Estes pêlos se inserem numa camada muscular, abaixo da epiderme, o que permite que tenham uma grande mobilidade.

As patas são curtas e terminam em longas unhas. Os machos, assim como os ornitorrincos, possuem esporões venenosos nas patas traseiras. O focinho é comprido e a língua é longa e pegajosa. As equidnas pesam de 2 a 10 quilos e atingem até um metro de comprimento.

As equidnas são animais terrestres e podem ser encontradas vivendo tanto em florestas como em regiões desérticas. Costumam cavar túneis subterrâneos, nos quais se abrigam durante o dia. À noite elas saem para se alimentar. A equidna se alimenta de forma parecida a um tamanduá. A língua se estica por mais de 20 centímetros e as presas grudam em sua superfície. Entre as preferidas estão formigas, cupins e minhocas.

Equidna e seu cérebro


Fontes: Uol , Infoescola e Comparative Mammalian Brain Collections

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Cérebro de mamíferos desenhados na mesma escala

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Leeches have 34 brains

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"Um simples cérebro, sendo bem mais longo do que o céu, pode acomodar confortavelmente o intelecto de um homem de bem e o resto do mundo, lado a lado." Emily Dickinson
"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." Nelson Rodrigues
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