Música e inteligência

Estudos mostram que a música tem um forte efeito sobre os níveis de humor e emoções, e também a forma como pensamos e a inteligência de maneira geral.

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Daqui

Thanks Allison
@giselecgs

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Como fazer para a cerveja não congelar? Pesquisa FAPESP

Muita gente já passou pela frustração de tirar uma cerveja do congelador e vê-la solidificar-se diante dos olhos. No vídeo, o físico Luís Carlos de Menezes explica por que o líquido congela ao entrar em contato com as mãos e como evitar que isso aconteça.

Como fazer para a cerveja não congelar?.

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Você consegue enrolar a língua?

Algumas pessoas conseguem enrolar a língua que nem um tubo, para outras isso é impossível. Veja como mesmo a presença de um alelo dominante do gene responsável por essa característica nem sempre garante que ela se expresse, condição conhecida como penetrância incompleta do gene, o que explica porque às vezes até entre dois gêmeos univitelinos um consegue enrolar a língua e outro não.

De FAPESP

@giselecgs

Os perigos da obediência – Stanley Milgram

Um dos primeiros voluntários do experimento de Milgram

O experimento do psicólogo Stanley Milgram realizado em 1961, causou polêmica e trouxe um alerta: maldades não necessitam de demônios…o psicólogo afirmou:
“A obediência consiste em que a pessoa passa a se ver como instrumento para realizar os desejos de outra e, portanto, não mais se considera responsável por seus atos. Uma vez ocorrida essa mudança essencial de ponto de vista, seguem-se todas as consequências da obediência”.

Pessoas comuns em atos atrozes: experimento de Milgram faz 50 anos


Capinaremos

Leia mais sobre a experiência aqui:Os Perigos da Obediência

@giselecgs

 

Interpretação dos fatos

Apresentar dados de maneira pausada faz com que as pessoas retenham melhor os fatos.

Avaliar o currículo de um candidato, o QI de uma criança e a quilometragem de um carro normalmente são medidas usadas para prever a probabilidade de um bom desempenho no futuro. Mas até que ponto somos bons nas nossas avaliações? Há uma linha de pesquisa na área de psicologia que estuda isso, medindo o grau de precisão com que estamos fazendo juízos de probabilidades. Uma maneira de analisar o tema é controlar a natureza da própria informação e ver se as pessoas estão seguras da força de seu julgamento.

Um estudo recente de Jennifer Todd Whitman e Woodward descobriu que, quando os dados são apresentadas um a um, em vez de mostrados de uma única vez, as pessoas costumam concluir que eles são mais fortes. Durante a pesquisa, voluntários olhavam para uma tela de computador na qual na parte inferior havia uma lagoa pequena ligada a dois grandes lagos. A lagoa continha três peixes – dois brancos e um preto. Em seguida os dois lagos grandes foram preenchidos com diferentes quantidades de peixes brancos, pretos e amarelos. As pessoas olhavam para a imagem e usavam uma escala para avaliar a probabilidade de que os peixes da lagoa tivessem vindo do lago 1 – que tinha mais peixes brancos – ou do 2 – com a maioria dos animais pretos. Como esperado, quando as imagens entravam  uma  a uma, as pessoas percebiam mais claramente de onde ele provavelmente tinha vindo, considerando a proporção inicial de cores por lago. Apesar de os cientistas acreditarem que as descobertas podem ser úteis para convencer pessoas sobre algum projeto, eles reforçam, porém, que mudar a forma como a informação é apresentada pode ser algo que fazemos sem perceber.

Revista Scientific American Brasil

@giselecgs

Ayahuasca – O chá das visões

A bebida ayahuasca, desenvolvida por indígenas amazônicos e incas, é usada até hoje em rituais religiosos e ativa áreas do cérebro relacionadas à memória e à vontade.

Ayahuasca, hoasca, iagé, mariri e caapi designam um chá ancestralmente usado por indígenas amazônicos e incas para fins rituais. Atualmente, a infusão constitui o pilar de religiões de matriz brasileira, como o Santo Daime, a União do Vegetal e a Barquinha. Um dos mais notáveis efeitos de sua ingestão é a “miração” – há relatos de imaginações visuais tão vívidas quanto a realidade, mesmo de olhos fechados. Para entender as bases neurais desse fenômeno, o neurocientista Dráulio de Araújo articulou e liderou uma equipe de físicos, biólogos e médicos da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, do Instituto do Cérebro e do Hospital Onofre Lopes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Centro J.B. Watson, nos Estados Unidos.

Investigamos registros de ressonância magnética funcional feitos em membros da Igreja do Santo Daime durante uma tarefa imagética de olhos fechados, antes e depois de beberem ayahuasca. Em artigo para a revista Human Brain Mapping, relatamos que o chá produz um grande aumento na ativação de diversas áreas do córtex cerebral. Os resultados sugerem que as mirações são causadas pela potenciação de uma extensa rede cortical que envolve visão, memória e vontade.

Na área visual primária o nível de ativação durante a imaginação é comparável aos níveis de quem observa de olhos abertos uma imagem bem iluminada. A ingestão da bebida ritual intensifica a ação de áreas corticais relacionadas à memória episódica e a associações contextuais e também potencia regiões envolvidas com a imaginação prospectiva intencional, com a memória de trabalho e com o processamento de informações internas.

Em termos neuroquímicos, a ayahuasca afeta neurônios que utilizam serotonina, mas também, em menor grau, noradrenalina e dopamina. De que forma a modificação desses sistemas neurotransmissores aumenta a ativação cerebral e a vividez da imaginação é uma ótima questão científica em aberto. Seja como for, é compreensível que os xamãs da floresta tenham selecionado a ayahuasca culturalmente ao longo dos séculos para facilitar revelações místicas de natureza visual. Ao elevar a intensidade das imagens mentais ao nível das imagens percebidas de olhos abertos, a infusão confere status de realidade às vivências interiores.

A interpretação do fenômeno depende do ponto de vista. Para os místicos em busca da transcendência, a ayahuasca abre as portas da percepção para espíritos e mundos extracorpóreos. Para os materialistas, ela permite acessar, animar e navegar o vasto oceano do inconsciente, essa coleção absolutamente individual de memórias adquiridas durante a vida e de todas as suas combinações possíveis. Psiconauta ácido e cético ou sacerdote divinamente conectado, o fato é que o bebedor do chá empreende uma travessia corajosa para dentro de si. Para ver além, fecha os olhos… e vê.

Sidarta Ribeiro

Revista Mente Cérebro

@giselecgs

Por que algumas pessoas são mais inteligentes?

Existem, pelo menos, três razões. A primeira é a herança genética: cerca de 75% a 85% da variação de QI entre os adultos vêm dos genes que herdamos. Isso foi comprovado cientificamente de diversas maneiras, embora o teste de QI meça apenas alguns tipos de inteligência.
Geralmente relacionado com a performance na escola ou no trabalho, o QI não verifica as inteligências emocional e musical, por exemplo. Outro aspecto que precisa ser observado são os fatores ambientais, incluindo as condições no útero da mãe, danos durante o parto, nutrição ao longo da vida, doenças e outros estressores.
Porém, as ideias e conceitos (os chamados “memes”) que as pessoas carregam as tornam mais ou menos inteligentes. Isso inclui os idiomas que aprenderam e a educação formal. Os memes são ferramentas para pensar, o que significa que crianças expostas ao pensamento crítico, argumentos hábeis e ao desejo de conhecimento terão maneiras melhores de reunir novas ideias e se tornarão adultos mais inteligentes.

Revista Conhecer – Para Mentes Curiosas.

@giselecgs

Desenvolvimento de expressões faciais em fetos

Pela primeira vez um grupo de pesquisadores foi capaz de mostrar que expressões faciais reconhecíveis se desenvolvem antes do nascimento. A descoberta pode ajudar a identificar problemas de saúde no útero materno. Os movimentos da face do feto, afirmam os cientistas, se tornam mais complexos entre 24 e 36 semanas de gestação.

O grupo de especialistas das universidades de Durham, Lancaster e James Cook (todas da Inglaterra) examinou movimentos faciais de fetos obtidos por meio de ultrassom 4D (que além de captar as três dimensões espaciais, faz o registro em tempo real, por isso o nome “4D”).

Fetos na primeira fase de observação (24 semanas) conseguiram mover um músculo da face por vez. Por exemplo, eles esticavam os lábios ou abriam a boca. Com 35 semanas de gestação, os fetos já combinavam movimentos, como o esticar dos lábios com o baixar das sobrancelhas, por exemplo. De acordo com os médicos, a combinação mostra que os bebês são capazes de transformar movimentos isolados em expressões cada vez mais complexas.

Embora o feto não consiga produzir sons, o desenvolvimento de expressões faciais significa que, ao nascer, o bebê já será capaz de movimentos musculares que acompanham o choro e as risadas. Os pesquisadores supõem que os padrões de movimento são desenvolvidos antes que o bebê sinta emoções, assim como o feto pratica respiração no útero antes de ter contato com o ar.

Agora, se os médicos conseguirem apontar diferenças entre desenvolvimentos faciais entre fetos normais e anormais, é possível que seja possível identificar problemas com o desenvolvimento do cérebro. O próximo passo será verificar se há diferenças nas expressões faciais de fetos de mães fumantes e não fumantes durante a gestação. A equipe também vai analisar o desenvolvimento de expressões faciais relacionadas à raiva, ao sorriso e à tristeza.

Fonte: Science Daily

Artigo:
Reissland N. et al. Do Facial Expressions Develop before Birth? PLoS ONE, 2011; 6 (8): e24081

@larissaomfaria

O que você sabe sobre a maconha? – Superinteressante

Faça o teste: O que você sabe sobre a maconha? – Superinteressante.

Foto daqui

@giselecgs

Os 100 filmes mais “Rock And Roll”

Em 2007, a revista americana “Blender” compilou o que seriam os “100 filmes mais Rock & Roll” de todos os tempos, não apenas pelo conteúdo, mas também pela atitude.

A relação completa pode ser vista aqui

@larissaomfaria

Entradas Mais Antigas Anteriores

"Um simples cérebro, sendo bem mais longo do que o céu, pode acomodar confortavelmente o intelecto de um homem de bem e o resto do mundo, lado a lado." Emily Dickinson
"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." Nelson Rodrigues
"Cada um pense o quiser e diga o que pensa" Espinosa
"O animal satisfeito dorme" Guimarães Rosa
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