O prazer da música no cérebro

Estudo publicado na Nature Neuroscience revela que ao ouvir música, o cérebro é inundado por dopamina, principal neurotransmissor utilizado pelo sistema mesolímbico, um sistema de reforço e recompensa que está relacionado à geração de prazer e a busca futura por este (será que pode ser a explicação do por quê de uma pessoa escutar muitas vezes uma só música e não enjoar?).

Sendo assim, a música seria um tipo de droga, com grande potencial adictivo.

O experimento mediu, com exames de imagens, os níveis de dopamina em cérebro de voluntários em resposta àquele ‘arrepio’ prazeroso causado pela música. Essa sensação muda a condução elétrica da pele, os batimentos cardíacos e a frequência respiratória, por exemplo.

Mas este estudo só mostrou os efeitos da música agradável aos participantes. Mas, o que acontece quando você escuta uma música ruim? (não vou expor meu conceito de música ruim por respeito a diversidade cultural entre os leitores).

Provavelmente os circuitos do sistema mesolímbico encontra-se quiescentes, com maior atividade de outras estruturas límbicas como córtex pré-frontal, putâmen, e ínsula, o que resulta na expressão do ódio e da repulsa.

@larissaomfaria

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"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." Nelson Rodrigues
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