Brain Cell and the Universe

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Quebra-cabeça: Anatomia do cérebro

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Chega de Prozac, coma iogurte – Revista Galileu

Nosso intestino tem uma rede de 100 milhões de neurônios. Ao cuidar bem dele, podemos curar males como ansiedade e depressão.

Não é à toa que o intestino vem sendo chamado por médicos e cientistas de nosso segundo cérebro. Em suas paredes há uma imensa rede de 100 milhões de neurônios e os mesmos neurotransmissores que são encontrados na cabeça, como a serotonina, reguladora do humor. Essa imensa rede nervosa se comunica diretamente com nossa mente. Assim, cuidar bem do nosso intestino poderia ser bom para a cabeça, inclusive para o tratamento de doenças psíquicas.
“Uma grande parte das nossas emoções é provavelmente influenciada pelos neurônios em nosso intestino”, afirma Emeran Mayer, professor da escola de medicina da Universidade da Califórnia.
A grande aposta na área atualmente são os chamados probióticos, micro-organismos que inibirem a proliferação de bactérias intestinais nocivas. Eles estão presentes em alguns leites fermentados e iogurtes – em geral, com indicação no rótulo – e também são vendidos como suplementos alimentares em farmácias e lojas. Sua ingestão estimularia no cérebro a produção de neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar. Pesquisas vêm mostrando, ainda em cobaias, que esses bichinhos em nosso aparelho digestivo poderiam ajudar a dar fim a problemas que vão de ansiedade à depressão.

Conheça alguns dos principais estudos de acordo com os sintomas:

Irritabilidade

Pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade da Virginia (EUA) demonstraram que as bactérias causadoras de infecções gastrointestinais fazem com que o nervo vago (que conecta o intestino ao cérebro) transmita sinais que ativam as regiões cerebrais que processam sensações como medo e ansiedade. Ao inibir a proliferação dessas bactérias, os probióticos ajudariam a regular o humor.

Depressão

Ratos tratados com o probiótico Bifidobacterium infantis tiveram os níveis de tripofano, um precursor da serotonina, elevados em duas áreas cerebrais associadas com o humor e as emoções. Os resultados são de um estudo da Universidade College Cork, na Irlanda. A conclusão é de que esse tipo de probiótico pode ter propriedades antidepressivas.

Ansiedade

Em um estudo feito por pesquisadores da Universidade de McMaster, no Canadá, cobaias infectadas de propósito com o parasita Trichuris muris desenvolveram, além de inflamação no intestino, sintomas de ansiedade. Ao serem tratadas com o probiótico B.longum, os sintomas foram revertidos.

Problemas dermatológicos

Lactobacilos vivos melhoraram inflamações de pele e perda de pelo em ratos estressados. O resultado é de um estudo feito no Hospital Universitário Charité, de Berlim, e levaram os pesquisadores a crer que a ingestão de probiótico Lactobacillus reuteri ajudaria a melhorar problemas  dermatológicos decorrentes do estresse.

Fonte: Galileu nº 2431/Vanessa Vieira

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Alzheimer e economia mundial

A doença de Alzheimer deve pesar cada vez mais na economia mundial nos próximos anos.Entre 24 e 37 milhões de pessoas já vivem com a doença, incurável, um número que pode chegar a 115 milhões até 2050.

A doença de Alzheimer “é a mais grave crise sanitária e social do século 21”, declarou Daisy Acosta, presidente da associação Alzheimer’s Disease International, sediada em Londres.

Acosta avaliou em 604 bilhões de dólares os gastos relacionados à doença em 2010, o equivalente a 1% do PIB mundial. “Se fosse um país, seria a 18ª economia do mundo em termos de PIB”, observou.

Porém, as verbas utilizadas para a pesquisa são mínimas em relação a outras doenças, observou Bill Thies, da Alzheimer’s Association.

“Investimos US$ 6 bilhões por ano na luta contra o câncer, US$ 4 bilhões contra as doenças cardiovasculares e US$ 2 bilhões contra a Aids. Já a pesquisa para a doença de Alzheimer movimenta apenas US$ 450 milhões”, apontou.

Via G1

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"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." Nelson Rodrigues
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