Shall we dance?

A dança está entre as três principais artes cênicas, ao lado do teatro e da música.
A habilidade de dançar envolve uma confluência de movimentos estabelecidos ou improvisados, marcados por um ritmo, ou às vezes até pelo silêncio.
Embora a dança seja uma forma fundamental de expressão humana, sempre recebeu pouca atenção dos neurocientistas. Entretanto, existem estudos que tentam responder a perguntas do gênero: “Como os dançarinos navegam no espaço? Como seus passos são ritmados? Como as pessoas aprendem séries complexas de movimentos padronizados?”.
Vale a pena conferir as respostas, em parte, para estas perguntas aqui

E por falar em dança…

@larissaomfaria

Pea brain

Pea Brain ACEO Collage

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Brain: no stopping!

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Brain Bingo

ATC a gambler´s brain

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10 coisas que você não deve fazer ao comprar drogas

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Uso abusivo de clonazepam no Brasil

“Parece improvável que a humanidade em geral seja algum dia capaz de dispensar os ‘paraísos artificiais’, isto é, …. a busca de auto transcendência através das drogas ou… umas férias químicas de si mesmo… A maioria dos homens e mulheres levam vidas tão dolorosas – ou tão monótonas, pobres e limitadas, que a tentação de transcender a si mesmo, ainda que por alguns momentos, é e sempre foi um dos principais apetites da alma.”

(Aldous Huxley, escritor inglês)

“Porque os homens são mortais e não podem se habituar a essa idéia, o néctar e a ambrosia são fantasmas encontrados em todas as civilizações. Plantas mágicas, bebidas divinas, alimentos celestiais que conferem imortalidade, as invenções são múltiplas e todas, na falta de sucessos práticos, expressam e traem o terror diante da inevitável necessidade.”

(Michel Onfray, filósofo francês)

Brain Damage

O consumo de drogas psicotrópicas (” que agem no Sistema Nervoso Central (SNC) produzindo alterações de comportamento, humor e cognição, possuindo grande propriedade reforçadora, sendo, portanto, passíveis de auto-administração”) como o clonazepam, disparou nos últimos quatro anos no Brasil.Entre 2006 e 2010, o número de embalagens vendidas desse ansiolítico saltou de 13,57 milhões para 18,45 milhões, um aumento de 36%.De acordo com o pesquisador francês Chaloult, o clonazepam é classificado como droga depressora do SNC, sendo muito útil nos casos de epilepsias, insônias e alto grau de ansiedade.

O clonazepam está sendo considerado como um “santo remédio” pois consegue amenizar rapidamente problemas como falta de sono e ansiedade excessiva, problemas esses que deveriam ser solucionados e não tratados de maneira paliativa.Com a nova maneira de se viver da sociedade atual, onde tudo deve ser rápido e prático, o clonazepam tornou-se um protagonista da vida de muitas pessoas ,assim, muitos pacientes chegam ao consultório já pedindo por essa prescrição, aumentando então, os indíces de consumo.Essa droga pode causar dependência e deveria ser usada por um breve período e não por anos como é prática corrente, possui diversos efeitos colaterais como sonolência, lentidão psicomotora, déficits de memória, tremor, vertigem, fala mal articulada, perda de equilíbrio, efeitos que podem prejudicar toda a vida do paciente.

Por isso, manter uma prática de exercícios frequente, alimentar-se de maneira saudável, manter contato social, exercitar a mente, podem evitar o uso abusivo desses medicamentos.

A foto é daqui

Venda de calmante dispara no Brasil

Drogas psicotrópicas –  o que são e como agem

Bebidas e cultura brasileira

Uso e abuso de drogas psicotrópicas no Brasil

@giselecgs

Você sabe com quem está falando?

Esse vídeo tem como palestrante o filósofo e professor Mário Sergio Cortella que demonstra belamente como responder aquela pergunta clássica indagada pelas supostas melhores pessoas do mundo quando em situações que todo mortal frequentemente enfrenta:Você sabe com quem está falando?

O seu cérebro é diferente do seu vizinho?

@giselecgs

"Um simples cérebro, sendo bem mais longo do que o céu, pode acomodar confortavelmente o intelecto de um homem de bem e o resto do mundo, lado a lado." Emily Dickinson
"Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos." Nelson Rodrigues
"Cada um pense o quiser e diga o que pensa" Espinosa
"O animal satisfeito dorme" Guimarães Rosa
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